Filtragem de Fumos em Cozinhas Profissionais: uma Gama Pensada para Todas as Exigências

MKC P-ESP (2026)

A exaustão de fumos numa cozinha profissional está longe de ser um tema simples. Entre a gordura em suspensão, os odores intensos, o vapor e, em certos casos, a fuligem de fornos a lenha ou grelhadores a carvão, cada cozinha tem um perfil de exigência próprio — e nem sempre a mesma solução serve dois espaços diferentes.

MKC – uma gama pensada para todas as exigências

A exaustão de fumos numa cozinha profissional está longe de ser um tema simples. Entre a gordura em suspensão, os odores intensos, o vapor e, em certos casos, a fuligem de fornos a lenha ou grelhadores a carvão, cada cozinha tem um perfil de exigência próprio — e nem sempre a mesma solução serve dois espaços diferentes. É precisamente por isso que uma gama de filtragem verdadeiramente profissional não pode assentar num único produto “tamanho único”: tem de oferecer respostas distintas para níveis de exigência distintos, mantendo sempre o mesmo princípio de eficácia. É o que a gama MKC, distribuída pela Clima Portugal, propõe.

Uma resposta para cada nível de exigência

No coração da gama está a filtragem eletrostática, uma tecnologia que ioniza as partículas de gordura e fumo e as captura de seguida num coletor de carga oposta — um processo capaz de reter partículas muito mais finas do que a filtragem puramente mecânica, sem penalizar o desempenho do sistema de exaustão com perdas de carga significativas.

A partir deste princípio, a MKC desenvolveu famílias de equipamentos escalonadas por nível de exigência. A Série C, mais compacta, responde bem a cozinhas de confeção ligeira, como cafés, pastelarias ou pequenos restaurantes, onde a produção não justifica um investimento de maior porte. Um patamar acima, a Série P introduz um ionizador e um coletor separados, ganhando eficiência para cozinhas profissionais de produção média a alta, como restaurantes de maior dimensão ou unidades hoteleiras.

No topo da gama eletrostática encontram-se soluções pensadas para os cenários mais exigentes. O P-ESP, com células e coletores de placas em aço inoxidável, foi otimizado para maximizar a retenção de gordura pesada e, com isso, reduzir de forma direta o risco de incêndio nas condutas — uma prioridade em cozinhas de grande produção e funcionamento contínuo. Já o K-ESP, a geração mais recente da MKC, aposta em células tubulares de configuração tipo favo de mel para atingir caudais elevados — até 10.000 m³/h — numa única unidade, servindo cozinhas centrais e instalações de grande escala. Para operações com produção muito intensa, onde a limpeza manual frequente dos filtros seria impraticável, existe ainda o SELAI, com lavagem automática integrada que garante eficiência constante sem depender da manutenção diária.

Soluções específicas para necessidades específicas

Nem todas as exigências são apenas de caudal ou de robustez. Há cozinhas onde o controlo de odores é o fator crítico — por exemplo, em espaços urbanos densos ou junto de zonas residenciais. Para estes casos, a gama inclui o ME-UVC P2, que associa filtragem eletrostática a um estágio de luz ultravioleta (UV-C), reforçando simultaneamente o controlo de odores e a redução da carga bacteriana no ar de exaustão. E há ainda instalações verdadeiramente atípicas, como restaurantes de espetada e churrasco ou pizarias a lenha, cuja combustão sólida produz fuligem e temperaturas que nenhum filtro eletrostático convencional foi concebido para tratar — é aí que entra o SMOKI, com o seu sistema de lavagem do ar por água em recirculação.

A força está na modularidade

Talvez a maior vantagem da gama MKC não esteja em nenhum equipamento isolado, mas na forma como todos foram desenhados para se combinar. Módulos complementares como o MF7 (filtragem fina, em dois estágios mecânicos) e o MC (carvão ativado, para reforço adicional do controlo de odores) foram construídos com as mesmas dimensões dos módulos eletrostáticos, permitindo acoplá-los facilmente consoante a necessidade real de cada projeto — sem obrigar à substituição de todo o sistema.

Esta lógica modular traduz-se em vantagens muito concretas. Permite dimensionar cada instalação ao milímetro, sem pagar por capacidade ou funcionalidades desnecessárias. Permite também fazer crescer um sistema ao longo do tempo — acrescentando, por exemplo, um módulo de carvão ativado se surgir uma reclamação de odores, sem ter de repensar toda a exaustão. E, associada à hotte MKC Premium DFV e ao sistema de controlo inteligente Smart Hotte, permite ainda gerir os caudais de forma automática, otimizando o consumo energético em função da produção real de cada período do dia.

É esta combinação — tecnologia eletrostática comprovada, famílias dimensionadas para cada nível de exigência, soluções específicas para casos especiais e uma arquitetura modular que se adapta a cada projeto — que faz da gama MKC uma resposta verdadeiramente profissional para a exaustão de fumos na restauração, capaz de acompanhar desde o pequeno café até à cozinha industrial mais exigente.

CLIMAPORTUGAL 2026

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